Sunday, March 29, 2009
Mulheres se sentem mais atraídas por homens com carros caros, diz estudo (E precisa de estudo?)
Psicólogos da Universidade do Instituto de Wales, em Cardiff, no Reino Unido, afirmam ter provado que homens cujo carro tem valor mais alto fazem mais sucesso com as mulheres.
Os pesquisadores mostraram fotografias de alguns homens a um grupo de mulheres. Cada um estava sentado em um modelo de automóvel: um no modelo prata Bentley Continental, cujo preço é 70 mil libras (R$ 243 mil), e outro em um Ford Fiesta.
Michael Dunn coordenou a pesquisa e afirma que, segundo o resultado, mulheres avaliaram o homem melhor caso ele possuísse o carro com um "motor e aparência elegantes, do que um velho modelo." Reprodução
Motor e aparência elegantes do carro Bentley Continental (foto) fez com que mulheres avaliassem bem seus donos, afirma pesquisa
Sua pesquisa, publicada na última edição do "Jornal Britânico de Psicologia", também mostra que homens são mais interessados no visual das mulheres, e não em seus veículos.
De acordo com o jornal britânico "The Daily Telegraph", os pesquisadores disseram que homens testados pelo mesmo método não se impressionaram por qualquer carro que a mulher dirigisse, porque eles julgavam o seu rosto e a sua forma.
Dunn disse que seu resultado confirma que mulheres julgam homens por sua riqueza e status, enquanto o sexo masculino observa, inicialmente, a aparência feminina.
"Há uma enorme variedade de evidências que sugerem que o sexo feminino é mais influenciável por riqueza e status. Não é um fenômeno recente; é muito arraigado, e a evidência não é apenas uma piada", disse.
"O enfoque feminino nas questões de riqueza e status ocorrem porque, se as posses do homem existem, ele terá melhores condições de cuidar da prole do casal."
O psicólogo acredita que esse instinto humano básico não mudará no futuro --mesmo que mulheres estejam mais independentes e com situação financeira melhor. "Aparentemente, o estereótipo das mulheres sobre o status masculino é verdadeiro e, falando em termos de evolução, isso faz sentido", afirma.
"Mesmo com a ascensão do número de mulheres com carreira e sucesso financeiro, o fato de elas poderem ser bem-sucedidas não tem efeito em como elas se sentem atraídas pelos homens. Mulheres ricas ainda mostram preferência por homens com alto status."
Novo roteador permite mais velocidade
A organização adotou o nome Wi-Fi, que acabou virando um sinônimo para redes sem fios. Reprodução
D-LINK DIR-635, roteador que opera no padrão N, que é o mais avançado de todos
Um sistema de letras identifica os avanços tecnológicos no Wi-Fi. O B, primeiro a se popularizar, tem velocidade de 11 Mbps, com 30 metros de alcance em média.
O padrão G, mais utilizado atualmente, tem velocidade de 54 Mbps (valor que dobra para 108 Mbps no caso do super G) e alcance médio de 150 metros.
O padrão mais avançado é o N, lançado em 2007. A velocidade passa para 300 Mbps. Em alguns roteadores o sinal chega até os 500 metros.
Os padrões mais avançados são compatíveis com os anteriores, mas não basta trocar o roteador: o aparelho que vai acessar a rede sem fio deve ser compatível com o padrão N para que ele usufrua de toda a capacidade.
A velocidade extra, porém, é praticamente irrelevante quando se trata da conexão com a internet, já que os planos residenciais geralmente não passam dos 12 Mbps.
Optar por roteadores de padrão N, portanto, vale mais a pena se o problema for mesmo a distância do sinal.
Também é válido se o objetivo for aumentar a velocidade da rede sem fio para melhorar a troca de dados entre computadores ou transmitir conteúdo do computador para uma TV, por exemplo.
Friday, March 27, 2009
Reduzir carne vermelha diminui mortalidade, indica pesquisa - Viva as florestas!
Um estudo divulgado hoje no "Jama" (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares. A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.
Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.
No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração. Divulgação
Pesquisa indica que 11% das mortes em homens e 16% em mulheres poderiam ter sido adiadas com redução de carne vermelha
Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. "Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol."
Além disso, ele alerta para os condimentos. "O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação."
Câncer
Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas, são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.
O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. "A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa", afirma Fábio Gomes, nutricionista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).
Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.
Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.
Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgueres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias, que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana.
Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros, também ricos no mineral.
Reduzir carne vermelha diminui mortalidade, indica pesquisa
Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.
No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração. Divulgação
Pesquisa indica que 11% das mortes em homens e 16% em mulheres poderiam ter sido adiadas com redução de carne vermelha
Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. "Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol."
Além disso, ele alerta para os condimentos. "O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação."
Câncer
Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas, são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.
O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. "A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa", afirma Fábio Gomes, nutricionista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).
Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.
Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.
Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgueres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias, que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana.
Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros, também ricos no mineral.
"Leite de maconha" ganha consumidores na América do Norte - Ótima Alternativa -
Após seis décadas de proibição no Canadá por seu uso recreativo, o cultivo comercial do cânhamo reiniciou-se em 1998.
Os EUA, que forçaram o vizinho à criminalização nos anos 1930, abocanham hoje 59% das exportações. Lá, o litro do leite de cânhamo custa US$ 4,99; a garrafa de 457 g de azeite, US$ 14,99; e barrinhas energéticas, US$ 2,29. No Brasil, os produtos não estão disponíveis. Divulgação
Leite de cânhamo produzido pela empresa Living Harvest, localizda nos Estados Unidos
Nutrientes
"Como sementes de outras plantas, a maconha tem constituintes nutritivos", diz o psicofarmacologista Elisaldo Carlini, da Universidade Federal de São Paulo. Segundo ele, não há risco de sentir "barato" ao ingerir esses produtos.
"Nas sementes não se encontra quase nada de THC [tetrahidrocanabinol, sua molécula psicoativa]", afirma.
A substância concentra-se na resina excretada pelas flores da planta fêmea, não usada nos alimentos. Ademais, o cânhamo industrial tem concentração de THC de 0,5%, contra mais de 5% da cepa usada para fins recreativos.
Seu óleo é rico em ácidos graxos essenciais -ômega 6 e ômega 3. Embora não sejam sintetizados pelo organismo, são necessários, por exemplo, para a transmissão de impulsos nervosos, síntese de hemoglobina e divisão celular.
"O que chama a atenção não é apenas a quantidade, mas sua proporção", diz a nutricionista Samara Crancio, do Conselho Regional dos Nutricionistas de ES, MG e RJ.
O óleo do cânhamo apresenta uma razão de três partes de ômega 6 para uma de ômega 3 -dentro da ideal, entre 2:1 e 3:1, proposto por pesquisas, diz Crancio. "O mais próximo disso é o óleo de canola, mas o do cânhamo é melhor. Já uma razão muito elevada favoreceria o desenvolvimento de doenças alérgicas, cardiovasculares e inflamatórias."
As proteínas da semente fazem dela uma boa opção vegetariana, segundo a nutricionista. "Poucos alimentos vegetais têm proteínas de alto valor biológico, e entre eles estão as sementes de soja e de cânhamo."
Enquanto a soja é indicada especialmente para mulheres que entram na menopausa ou que precisam fazer reposição hormonal, por conta das isoflavonas -fitoesterol que "imita" o hormônio feminino estrogênio-, o cânhamo é bom para pacientes com deficiência de ácidos graxos essenciais, crianças e atletas, diz Crancio.
Em 100 g de semente ainda estão presentes mais de 100% da recomendação diária de vitamina A e quase o suficiente de B1 e B2. Como sua produção não exige herbicidas nem fertilizantes, sua maior parte é certificada como orgânica, segundo o Departamento de Agricultura do Canadá.
Seria então o alimento perfeito? Ainda é cedo para dizê-lo. "Geralmente, alimentos têm componentes bons e ruins, e o importante é oferecer um que seja seguro. Ainda não encontrei estudos científicos que comprovem que essa semente seja livre de compostos antinutricionais", diz Jocelem Salgado, professora de Nutrição Humana da Esalq-USP e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais.
Produto de exportação
O negócio ainda é pequeno. Segundo a Aliança Comercial Canadense do Cânhamo, o mercado de qualquer nova variedade agrícola demora de 15 a 50 anos para se desenvolver. O cultivo legal do cânhamo mal alcançou uma década.
Ainda assim, as exportações vêm crescendo. Segundo o Departamento de Estatística canadense, o país exportou em 2007 US$ 2,1 milhões em sementes, comparados a US$ 1,3 milhão no ano anterior.
A americana Living Harvest produz o leite de cânhamo há dois anos e, nos próximos meses, lançará o sorvete Tempt. Como o cultivo é ilegal nos EUA, precisa importar toda a matéria-prima do Canadá. Já a Manitoba Harvest, que produz o leite Hemp Bliss, é canadense, mas exporta 65% de sua produção -60% para os EUA.
Mike Fata, presidente da empresa, quer espalhar o leite pelo globo. "Estamos nos mudando para uma fábrica muito maior. [Vamos] aumentar nossa capacidade, dar conta da demanda norte-americana e expandir nossos mercados. Já entramos em contato com empresas no Brasil e vamos lançar produtos aí quando for a hora."
Não será fácil. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe sua importação, seja como matéria-prima, seja como produto semielaborado ou seja como produto acabado, embora a semente já entre no Brasil em rações para aves da família dos psitacídeos (como papagaios).
Jocelem Salgado, que alimenta seus pássaros com esse tipo de ração, crê que as prateleiras brasileiras não receberão cedo os alimentos de cânhamo. "Nossa legislação é mais séria. É necessário muita pesquisa."
Norte-americanos passam oito horas diárias em frente a telas Publicidade
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Os adultos norte-americanos passam em torno de oito horas por dia em frente a telas, em suas mais variadas formas: televisões, monitores de computador, telefones celulares e outros dispositivos eletrônicos.
O estudo, intitulado "Mapeamento de Consumidores de Vídeo", foi conduzido pelo departamento de design da Universidade Ball State, com coautoria do instituto de pesquisas Nielsen. Eric Gaillard/Reuters
Norte-americanos passam, em média, oito horas do dia diante de telas de aparelhos variados, diz pesquisa
O estudo também demonstra que a televisão continua tendo um grande papel na vida do norte-americano que, em média, passa mais de cinco horas diárias diante do aparelho televisivo.
Entretanto, o número de horas cai entre jovens de 18 e 24 anos, cuja média é quase quatro horas. No outro extremo, pessoas com 65 anos passam sete horas diárias, no total.
Foram avaliadas quatro categorias de telas --de televisões tradicionais, passando por computadores e dispositivos móveis, até outras, como displays de lojas, telas de cinema e navegadores GPS.
O estudo detectou o tempo diante de telas, em todas as faixas etárias, eram "notavelmente similares", o que seria equivalente a oito horas e meia em qualquer tipo de aparelho. A duração diária em cada um, no entanto, varia de acordo com os respectivos grupos.
As pessoas com idade entre 45 e 54 anos são as mais expostas à tela. Seu tempo ultrapassa nove horas e meia.
Outro índice apontado é que adultos passam 6,5 minutos por dia diante de videogames. O número sobe para 26 minutos no grupo de adultos cuja idade fica entre 18 e 24.
O estudo não incluiu pessoas com menos de 18 anos.
"O que diferencia este estudo dos outros que medem o tempo de exposição a vídeos é sua escala, o alcance e o fato de que é focado em consumidores primeiro e, em seguida, no meio eletrônico", disse Mike Bloxham, diretor de pesquisa e criação da Ball State.
"Não é um estudo sobre TV ou internet, ou sobre qualquer outra mídia --é sobre como, onde e durante quanto tempo consumidores estão expostos a toda e qualquer mídia."
Monday, March 23, 2009
Friday, March 20, 2009
O Lula pra mim é, está sendo, foi, e será o melhor presidente que o Brasil já teve em bons longos tempos. Sou a favor de um terceiro mandato! 8-) VIVA
Aprovação a Lula cai pela 1ª vez no segundo mandato
A piora da crise econômica mundial fez a aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva cair cinco pontos percentuais --de 70% para 65%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha concluída nesta quinta-feira
O levantamento revela também que o percentual de brasileiros que tomaram conhecimento da crise subiu de 72% para 81%, em relação a última pesquisa divulgado em novembro do ano passado.
O Datafolha ouviu 11.204 pessoas entre os dias 16 e 19. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Wednesday, March 11, 2009
ESCOLA É UMA MERDA NO MUNDO TODO
Polícia confirma 15 mortos em tiroteio em escola alemã; atirador morre em confronto
Subiu para 15 o número de mortos na tragédia em uma escola alemã, nesta quarta-feira, na cidade de Winnenden, a 20 km de Stuttgart (sudoeste da Alemanha). O atirador, um jovem de 17 anos, ex-aluno da escola segundo as autoridades, foi morto pela polícia em uma troca de tiros a 40 quilômetros da escola. Dois policiais foram feridos pelo criminoso.
Veja galeria de fotos da tragédia
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| Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar |
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na desta quarta-feira manhã, por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
Monday, March 9, 2009
Na Cebit, suíços montam imagem com a maior resolução da história Publicidade

Na Cebit, suíços montam imagem com a maior resolução da história.
FELIPE MAIA
enviado especial da Folha Online a Hannover
(lá vem tosqueiras)
Uma fabricante de impressoras suíça apresentou durante a Cebit, maior feira de tecnologia do mundo, que acabou neste domingo (8) na Alemanha, o que diz ser a imagem de maior resolução já produzida, com 15,5 trilhões de pixels. A foto, com 7.000 metros quadrados, teve de ser montada em um dos estacionamentos do centro de eventos onde ocorre a feira.
O objetivo da ação foi promover a tecnologia desenvolvida pela empresa, chamada PrintDreams, que fabrica impressoras portáteis e um sistema óptico para a montagem de grandes imagens --a ideia é colar cada parte da imagem de maneira precisa, para não desperdiçar material. Cerca de dez pessoas levaram um dia todo para montar a foto na Cebit. Divulgação
Empresa apresenta imagem que afirma ser a de maior resolução já produzida, com milhares de folhas de papel
Apesar de a foto ter consumido 110 mil folhas de papel --o equivalente a 30 árvores-- a empresa diz que se trata de uma campanha ecológica.
"As pessoas precisam pensar antes de imprimir as coisas e analisar se aquilo é realmente necessário. Queremos chamar a atenção para isso", afirma Alex Brenton, executivo-chefe da empresa. Para ver a foto, tirada de um banco de imagens, era preciso estar a uma distância considerável, já que de perto o que se via eram grandes borrões.
A Cebit recebeu 400 mil pessoas durante os seis dias do evento, realizado em Hannover, na Alemanha. O número representa uma queda de 20% em relação ao ano passado. A organização anunciou que, em 2010, a Cebit vai ficar um dia mais curta.
(Olha que tosca que ficou a imagem, de longe ficou muito claro, uma péssima propanda, tanto da tecnologia de impresão, quanto sobre o meio ambiente, qual utilidade tem essa foto horrivel dessa mulher? Se ainda fosse o bento 16. AHUAHUAHU, A galera ia curtir mais)
Não disperdiçe papal, carregue seu pendrive de 1 tera!
Brasileiros comem em família e com TV ligada, mostra pesquisa Publicidade
da Folha de S.Paulo
Para 79% dos brasileiros, a hora das refeições é o momento para estar com a família e, para 93% das paulistanas, a principal ocasião para conversar com os filhos.
Esses dados são de um estudo feito em 2008, pela marca de alimentos Knorr, que traça um panorama do comportamento de brasileiros e moradores de mais 12 países em relação ao tema. Aqui, participaram 2.500 pessoas -300 delas são mulheres que moram na cidade de São Paulo.
Em média, a refeição em família dura 30 minutos e é realizada seis vezes por semana. Ainda que a refeição continue ocorrendo à mesa, trata-se de um ritual em declínio.
A refeição mais importante para reunir a família no país é o jantar, para 70% das entrevistadas -49% das paulistanas jantam em família todo dia.
Ver TV durante as refeições é um costume comum: 69% dos entrevistados no país declaram ter esse hábito.
O ato de cozinhar é visto por 59% das brasileiras como uma obrigação. Para elas, mais importante do que a preparação em si é compartilhar a refeição com a família e ser valorizada pelo trabalho. Os principais assuntos debatidos à mesa são o comportamento dos filhos, a escola e os planos para o futuro.

